Fórmula Café

Arquivo para a categoria “2012”

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Goiânia – Se tem uma coisa que vai ficar marcado de 2012 é a tirada de Kimi, o inesquecível “Leave me alone! I know what I’m doing”. Achei esta foto no tumblr, Kimi e Paul:

Kimi e Paul

Kimi e Paul

Agora mais uma para o Kimi. Conhecem aquela música do Pink Floyd, Another brick in the wall? Que diz:

Hey! Teacher! Leave them kids alone!

Fazendo uma adaptação da música, podiam começar uma campanha em 2013 para a Lotus e para o Räikkonen assim:

Hey! Engineers! Leave the Kimi alone!

Quem sabe deixam ele pilotar em paz?

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A vs. V

Goiânia – Nem 1° de janeiro, nem depois do carnaval. Pra gente aqui o ano só começa com o GP de Melbourne. E já que ainda estamos em 2012, continuemos a falar da excepcional temporada. Vettel e Alonso para ser mais específica. Já deixei bem claro a minha opinião nesse combate. Apenas Vettel merecia esse título. Sem essa de que os dois mereciam, por favor! Alonso é sem dúvida um bom piloto e fez por merecer seus 2 títulos na Renault, e essa foi sem dúvida a melhor temporada dele. Digno de um vice-campeonato.

Aliado ao seu talento e ao jogo de equipe Ferrarista, Alonso teve uma fada da sorte para ajudá-lo nas corridas. Uma fada bastante competente, mas que acabou falhando em algumas corridas, deixando o título escapar. Particularmente, não acho que quem tem uma enorme ajude da sorte e de jogos de equipe mereça um título. Em momento algum estou fazendo pouco do espanhol. Como já disse, Alonso é um ótimo piloto. E a Ferrari não estava tão ruim como diziam.

Para mostrar a sorte de Alonso na temporada e o jogo de equipe italiano, faço então uma retrospectiva, desde a 1° corrida de 2012.

Na 1° corrida do ano, em Melbourne, Maldonado vinha para tomar a 5° posição de Alonso, quando bateu. Um alívio para o espanhol. Sorte.

Na 2°, na Malásia, a primeira vitória de Alonso, era certo que Pérez ganharia aquela corrida, assim como Senna ganharia Mônaco em 1984, assim como Barrichello ganharia Brasil em 2003 e assim como Massa ganharia Cingapura em 2008. O engenheiro do mexicano pediu pra ele tirar o pé, sabe, para poupar o equipamento. Só que não! Sauber é cliente da Ferrari, e cliente tem que entrar no jogo.

Alonso na Malásia

Alonso na Malásia

Na 6° corrida, em Mônaco, Grosjean tocou em Alonso nas primeiras curvas, mas o espanhol escapou e acabou sobrando para Schumi, imprensado na parede por Romain. Ao final dessa corrida, Alonso era líder do campeonato, com uma vantagem de 3 pontos para Vettel, o 2° colocado. No Canadá perdeu a liderança para Hamilton.

Na 8°, em Valência, Alonso ganhou. Foi uma das melhores corridas dele. Da 34° para a 35° volta, após o Safety Car sair, Alonso, que era o 3° colocado, ultrapassou Gosjean, o 2°. E para melhorar ainda mais a vida do espanhol, Vettel, o líder da prova, teve problemas no carro e acabou por abandonar a prova. Alonso, largou em 11°, ganhou a corrida e assumiu a liderança do campeonato.

Na 10° corrida, na Alemanha, Alonso fez a pole e ganhou a corrida. Vettel tentou por vezes ultrapassar Alonso. Mas acabou sendo atrapalhado por Button, quando o inglês pressionava o alemão, e por Hamilton, que retardatário, ajudou Alonso a tomar vantagem de Vettel.

Depois das férias, 12° corrida do ano, em Spa. A fada da sorte do Alonso esqueceu de voltar das férias, e o espanhol ficou vulnerável ao franco-suíço. Na largada,  Grosjean já tirou Hamilton e Alonso da corrida. E a culpa de Alonso não ter ganho o campeonato, foi do Grosjean.

A batida na Bélgica (Foto: Shell/Getty Images)

A batida na Bélgica (Foto: Shell/Getty Images)

Na 13°, na Itália, Alonso não precisou de muita sorte. A máfia ferrarista fica inspirada em casa. Lutando pela 5° posição de Vettel, Alonso tomou um chega pra lá, normal ao meu ver, do alemãozinho. O espanhol reclamou no rádio e pouco tempo depois Vettel tomou uma punição.  Na 39° volta, Massa era o 2° e Alonso o 3°, e adivinha o que aconteceu? Então, depois de ganhar o 2° lugar, Alonso tentou se aproximar de Hamilton. Lá atrás, Button e Vettel abandonaram a prova com problemas. Num ritmo acelerado, Pérez passou Massa e Alonso, assumindo, dignamente, a 2° posição. Alonso terminou em 3° e com os abandonos, fechou o final de semana com 37 pontos de vantagem do 2° colocado.

As 4 próximas corridas, foram de Vettel. Alonso teve alguma sorte nelas, mas no com o GP da Índia, caiu para 2° no mundial, a 13 pontos de Vettel.

Na penúltima corrida, em Abu Dhabi, a fada de Alonso deu um presente para o espanhol. Mesmo tendo feito o 3° tempo, Vettel teve que largar nos boxes, por causa da falta de combustível no final dos treinos. Era a chance de Alonso, que largando em 6°, chegou em 2°, com o abandono de Lewis. O espanhol fez a sua parte. Mas mesmo largando em último, Vettel conseguiu chegar em 3°, com muito esforço. O maior deles foi lutar contra Button pela 3° posição. Aliás, a McLaren estava ajudando, inconscientemente, Alonso no campeonato. Assim, Alonso tirou 3 pontos da vantagem de Vettel. Nos EUA, mesmo com o lacre trocado do companheiro de equipe, Alonso ficou mais 3 pontos atrás de Vettel.

Brasil, última corrida do ano. Outro presente da fada. Na largada, Vettel rodou e caiu para último do grid. Mas se recuperou e levou o título para casa.

Vettel tricampeão

Vettel tricampeão

Tadinho do Alonso, né? Não tem carro, não tem sorte! E Vettel tem tudo. Todo mundo sabe que para ser bom piloto não depende só do carro. Olhem Webber! E Alonso não tinha um carro tão ruim, não. Jogo da Ferrari.

É evidente. Vettel mereceu aquele título, Alonso não. Não é nenhuma cisma particular com o espanhol, não. São os fatos. E os fatos mostram que Vettel fez por merecer. E Alonso teve sorte e jogo de equipe!

Recomendo lerem a Edição 32 da Revista Warm Up e compararem os números de Alonso e Vettel.

Top-5 da temporada

Goiânia – Depois de ler o post “O que marcou na F1 2012?” do Renan do Couto, resolvi também fazer o meu top-5 dos acontecimentos da temporada, já que nada se cria, tudo se copia. Falar que foi a melhor temporada que assisti é óbvio demais, assisti apenas 2 até hoje, e 2011 foi muito austro-germânico. Então, 2012 foi a melhor temporada de todas as 63. Dentro dessa excepcional temporada tivemos ótimos e péssimos acontecimentos. Vai aqui o que eu mais gostei da temporada em um top-5:

5) O fracassado Schumi

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2012 serviu para confirmar o que já era fato na F1: Schumacher é um grande Vigarista, Schumacher é o Dick Vigarista que ganhava corridas, por que só em desenho animado que o vilão se dá mal! Sério gente. Vamos abrir o olho e enxergar o que realmente foi o Schumacher. Nem sempre os números apontam certo.

4) Pilotos novos

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Essa temporada mostrou as novas promessas da F1. Pilotos talentosos em equipes medianas, mas são os próximos campeões da categoria. Hülkenberg, Di Resta, Pérez, Koba e os menos relevantes, Rosberg, Maldonado e Senna. Não, não boto muita fé no Grosjean e muito menos no oculista dele. Pérez fechou contrato com a McLaren já faz tempo e seus resultado caíram bastante. E mesmo sendo torcedora do Ligeirinho mexicano, acho que Ron Dennis não fez uma contratação sólida. Talvez algum dos dois da Force Indian seria mais certo um bom desempenho. Mas Ron Dennis é esperto, deve saber o que está fazendo.

3) Jogo de equipe da Ferrari

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Tenho que dizer, a Ferrari parece estar evoluindo. Em 2012, resolveu assumir o incontestável jogo de equipe. Antes era uma negação total, agora eles falam normalmente. Ainda está errado. Ninguém devia depender de lacre de companheiro de equipe pra largar melhor. Assumir já é um começo, mais tarde (quem sabe?) vêm o fim desse jogo de equipe. Bem que o Lula podia aprender com a equipe italiana e começar a assumir, né PT??!!!!!

2) Alonso e Vettel

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Ficou evidente a superioridade do alemãozinho. Só não vê quem não quer. Nesse caso os números apontam certo. Vettel é melhor. Alonso não é isso tudo que falam não. Os reais entendedores de F1 sabem muito bem que o desenvolvimento do carro não depende só de engenheiros. É preciso um piloto bom ali para ajudar no desenvolvimento do carro. E é por isso que a RedBull está no topo e a Ferrari não. Na Era Schumacher, adivinha qual dos pilotos mais ajudava no desenvolvimento do carro?
Vettel mostrou em suas inacreditáveis corridas de recuperações, dignas de comparação com Ayrton Senna, que ele é capaz de muito, mas muito mesmo. O prodígio pode até superar Schumi, e que Deus me ouça!!!!!

1) Competitividade

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2012 foi o ano dos 12 pilotos: os 8 vencedores e os 4 futuros. O resto, míseros adendos. Foi excitante ver 7 vencedores diferentes em 7 corridas. 2012 vai ficar marcado como o ano mais disputado dos últimos tempos. Acho difícil superarem o 7 em 7. Isso é um desafio 2013, esperamos um 8 em 8, ou até mais, contanto que seja envolvente como 2012 foi.

Retrospectiva da temporada: 2012

Goiânia – Foi realmente um ano intrigante, surpreendente, ótimo e envolvente. Começou bem e terminou bem. Quem mereceu, levou o campeonato para casa. Muitos recordes foram batidos. Gente finalmente indo embora e gente voltando, pilotos estreando. Pilotos e equipes sendo campeões de novo. Pilotos novos mostrando potencial e gente mostrando inutilidade, equipes contratando e dispensando pilotos, alguns progredindo e outros regredindo. Piloto tirando engenheiro. El gentón sem espírito de bom perdedor, alfinetando gente, nervoso, emburrado. Piloto chorando, piloto sorrindo. Gente sendo homenageada e gente quebrando barreiras…
2012 foi realmente um ano para ser aplaudido de pé por gente gritando: “MAIS UM. MAIS UM”. Fazia algum tempo que uma temporada automobilística não era tão empolgante.

Na StockCar, as previsões do começo do ano se confirmaram. Cacá Bueno foi pentacampeão com a RedBull ganhando só 1/4 das provas disputadas. Não pontuou em 2 e na corrida do milhão chegou em 3°. E que corrida essa. Cacá largou mal e aos poucos foi se recuperando, sem afobamento. Conseguiu chegar à 2° posição, atrás de Galid Osman, uma surpresa. Depois conquistou o 1° lugar. E faltando poucos metros para cruzar a linha de chegada, a gasolina do carro de Cacá se esgota e ele é ultrapassado por Thiago Camilo e Ricardo Maurício. Foi realmente emocionante.

Cacá é Penta

Valdeno Brito andou surpreendendo nesse ano. Ganhou 2 corridas e terminou o campeonato em 7°, com 137 pontos, enquanto o companheiro de equipe, Alceu Feldmann fechou em 31° com míseros 9 pontinhos.

Rubens Barrichello foi convidado para a corrida do milhão e participou também das 2 anteriores. Foi razoável e ficou assustado com a brutalidade da categoria, ele, Kanaan e Castroneves. Rubinho até fechou para correr na Medley ano que vem. F1 não deu certo, Indy não deu certo, agora vamos ver a StockCar. Mas Rubens, se nada mais der certo, vira repórter da Rede Globo.

Na Indy, ganhou um americano. Ryan Hunter-Reay foi campeão pela Andretti. A aposta do começo era Will Power, que ganhou 2°, 3° e 4° provas, a última no Brasil. Will Power fez 5 poles, enquanto Hunter-Reay não fez nenhuma, mas ganhou 4 provas. Castroneves ficou em 4° no campeonato, ganhou 2 corridas. Kanaan fechou em 9° e Rubinho em 12°. Se levarmos em conta que era a 1° temporada de Rubens na Indy e tinha um carro mediano, ele se saiu bem e ainda podia desenvolver mais o carro. Só eu que achei que ele ia chegar e ganhar corrida já. Coisa de torcedora!

Baltimore

Na GP2, pouco o que comentar. Razia poderia ter ganho aquele título, mas foi  Davide Valsecchi quem levou o campeonato. Nars e Razia são as promessas brasileiras para a F1 e esse ano, os dois tiveram um desempenho notável, mas não foi o suficiente.

Agora, a categoria máxima, Fórmula 1. A temporada começou e terminou com a vitória do tigre inglês, que com a vitória em Spa, são 3 no total. Sebastian fenômeno foi tri. E mereceu o título. Não tem essa de que Alonso merecia não. Quem conta com sorte e jogo de equipe para ganhar campeonato, não merece. Andou sim muito bem com a Ferrari, teve um desempenho bom, mas Felipe Massa terminou correndo até melhor que o espanhol.

GP do Brasil

Vettel ganhou 5 corridas e Alonso 3. O prodígio alemão faz a sua melhor temporada, com espetaculares corridas, recuperações épicas no Brasil e em AbuDhabi, sorriso de criança e maturidade de adulto.

Essa foi a temporada do surgimento das promessas da F1. Pérez, o ligeirinho afobado que subiu no pódio 3 vezes no ano, e depois que foi contratado pela McLaren para o ano que vem, decaiu bastante e não pontuou nas 6 últimas corridas. Koba-San, o japonês que subiu no pódio pela primeira vez em seu país, sem contratos em 2013, uma pena. Di Resta e Hülken, a talentosa dupla da Force Indian, que se desfez para 2013. Rosberg, ganhou uma corrida e estava colocando Schumi no chinelo.

Falando em Dick Michael Vigarista Schumacher, 2012 é o ano da 2° aposentadoria dele. Tomara que essa seja definitiva. Kimi teve um retorno decente, ficou em 3° no campeonato. O companheiro de equipe só fez bater, nos outros.

2012 teve corridas épicas, como o GP do Brasil e o de AbuDhabi. Teve a tirada de Kimi, que virou até camiseta, blusão e gorro: “Leave me alone. I know what I’m doing”, “Yes, yes, I am doing all the time, you don’t have to remind every secnd”.

2012 foi com certeza um ano igual, mas diferente. Já tinha apostado no tri do Vettel antes da temporada começar, e mesmo oscilando os vencedores dos GPs, o trio Vettel-Neway-Honer foi de novo campeão.  Se o mundo acabar mesmo nesta sexta-feira, 2012 realmente valeu à pena.

“Pai do veado” (corrida)

Goiânia – “E a pista de Abu Dhabi, o que nos importa aqui, é das mais chatas do universo conhecido.”, foi o que Flávio Gomes disse. Discordo. Adoro Abu Dhabi desde a primeira corrida que assisti nesse circuito. Adoro o traçado, acho moderno e seletivo. Yas Marina é rica de emoções e de dinheiro também. E meu Deus, quanto dinheiro.

Como já disse, torço pelo Vettel neste campeonato, e fiquei chatiadíssima quando soube que largaria do Pit Lane. Seria a chance do Alonso de tomar a liderança do campeonato, ou no mínimo, diminuir a diferença de pontos dos dois. Até que a fada espanhola tentou ajudar. Primeiro, Vettel largando lá atrás, depois o abandono de Lewis e por último as fáceis ultrapassagens pela frente. Mas não adianta Dom Fernando, a fada alemã voltou ao trono da F1, e ainda vai ficar lá por muito tempo.

Hamilton fez a pole, mas foi Kimi quem ganhou a corrida (ihuuuuuuul!). O homem iceberg finalmente conseguiu a tão esperada e merecida vitória na temporada. E pela Lotus, que não ganhava desde que Senna saiu da equipe em 87. Já na largada, a águia finlandesa ultrapassou os dois inúteis e permaneceu em 2° até  a 20° volta. O espanhol  ultrapassou Button e Webber, ficando em 4°.

Na 9° volta, Rosberg e Karthikeyan causaram a entrada do 1° Safety Car da corrida. A mercedes, mais rápida, passou por cima da HRT, mais lenta. Narain é indiano, lá na Índia o trânsito normal é pior do que São Paulo em horário de pico, em véspera de feriado, com acidente na rua atrapalhando a passagem. Os indianos não são lá bons motoristas.

Na 20° volta, Hamilton abandonou a corrida. Alonso passou o canino venezuelano, passando assim para o 2° lugar. Kimi, líder da prova. O iceberg da F1, passou a tirar o engenheiro, dizendo coisas como, “Leave me alone. I know what I’m doing” e “Yes, yes, I am always doing that, you need not remind me”. Como eu adoro esse cara!

Webber, deu uma de Grosjean, e afoito, tentou ultrapassar Maldonado. Depois, Massa. Mas esse ele conseguiu ultrapassar e o fez rodar. Mas na 39° volta, Pérez tirou Webber e Grosjean da corrida e colocou o Safety Car dentro. Pagou 10s de penalidade.

Agora, a minha teoria perseguicionista: Massa andou pouco nas últimas corridas. Stefano Domenicali percebeu que o brasileiro estava rendendo demais na carroça italiana, e isso seria uma ameça para Alonso. Massa poderia andar mais que Alonso. Então mandou Felipe baixar a bola e andar sempre atrás do espanhol, e deixar todo mundo achando que Alonso é el phodón por que mesmo com aquele carro, ele anda muito e na frente do companheiro de equipe. Eu e essa minha cisma com a Ferrari.

Bom, Bruno largou atrás do Dick Vigarista, mas logo o ultrapassou (toma!). A fada alemã cansou de ajudar quem não merecia. Eu e essa minha outra cisma com o Shumacher.

Chegamos na parte boa, na parte em que falamos do cara que merece aplausos estrondosos de uma multidão animada gritando seu nome. O alemãozinho, que largou do Pit Lane, conseguiu em 10 voltas, o 13° lugar. Danificou a asa e quando o Safety Car estava na pista, entrou nos boxes e trocou a asa e os pneus também, do médio para o macio. Voltou em 21°, era o último colocado, já que Hulken, Narain e Rosberg estavam fora da corrida. Então, em 20 voltas, o coelho alemão foi de último até 13° duas vezes. Seus coleguinhas foram parando nos boxes e ele chegou a ficar em 2°. Trocou os pneus de novo e voltou em 4°, atrás do gentleman inglês. E lá ficou por 10 voltas, tentando ultrapassar o tigre. Faltando 3 voltinhas para o fim dessa sublime, estupenda, magnífica, portentosa e inaudita corrida, Vettel ultrapassou Button deixando os espectadores maravilhados, deslumbrados, fascinados e encantados.

No pódio, Alonso ficou com aquela cara dele que me faz rir. Vettel, de cabelo bagunçado, sorria como uma criança que acabou de ganhar um brinquedo especial. E o coelho alemão estava tão feliz, que sua alegria contagiou até Kimi. Sim, o iceberg sorriu.

A diferença do alemão para o espanhol é de 10 pontos. Vettel pode ganhar nos EUA. Mas os brasileiros suplicam a decisão do título aqui, no nosso humilde circuito.

Luiza Saggin.

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